Como começar a vender como MEI
Você decidiu sair da informalidade e abrir um CNPJ, mas trava na primeira pergunta: por onde começar? A confusão é real. Tem gente que paga contador caro pra fazer algo que é de graça, tem gente que escolhe a atividade errada e descobre tarde que não pode emitir nota pro que vende, e tem gente que abre o MEI e depois não sabe o que fazer com ele — formaliza e continua vendendo do mesmo jeito amador de antes, sem nota, sem cliente novo, sem faturar mais.
Este guia é pra quem está começando como MEI de verdade. Vai mostrar quanto custa o DAS hoje e o que ele te dá em troca, qual o limite de faturamento e o que acontece se estourar, como abrir o seu CNPJ sozinho em 15 minutos sem pagar ninguém, como escolher a ocupação certa, e — o que quase ninguém te conta — como usar esse CNPJ pra vender mais, e não só pra ter um número bonito. No fim, mostro como a Vidi te coloca na frente de clientes do seu bairro e faz você receber com segurança desde o primeiro dia.
Quanto custa ser MEI e o que você recebe por isso
O MEI tem um custo fixo mensal baixo e previsível: o DAS, um boleto único que junta INSS, ICMS e ISS. Em 2025 ele fica em torno de R$ 75 a R$ 81 por mês, dependendo da sua atividade — comércio e indústria pagam um valor, serviço paga outro um pouco maior por causa do ISS, e quem faz os dois paga a soma. É o tributo mais barato que existe pra ter empresa no Brasil: dá menos de R$ 1.000 no ano inteiro, sem percentual sobre o que você vende, sem imposto extra em cima do faturamento.
Esse boleto não é só uma taxa: ele te dá direitos de verdade. Pagando o DAS em dia, você vira segurado do INSS — tem aposentadoria por idade, auxílio-doença, salário-maternidade e pensão pros dependentes. Em muitos casos é a única forma de quem trabalha por conta garantir aposentadoria sem pagar autônomo pelo valor cheio (20% sobre o salário), porque o MEI recolhe sobre um piso reduzido. Ou seja: além de poder emitir nota, você está construindo proteção pra você e pra sua família com menos de R$ 3 por dia.