Você sabe montar um site bonito, rápido e que funciona no celular — landing page, site institucional, loja, agendamento, integração com WhatsApp, o pacote completo. O problema raramente é técnico. É que o comércio e o profissional do seu bairro não sabem que você existe, acham que site "é caro" ou "é coisa de empresa grande", e quando precisam acabam contratando um freela do outro lado do país que entrega um modelo pronto, some no suporte e deixa o cliente na mão. Enquanto isso você espera a próxima indicação que não chega no ritmo que o seu mês precisa.
Este texto é direto: como cobrar pra criar site sem entregar projeto de graça (por projeto fechado, por hora e — o que sustenta o mês — manutenção e hospedagem mensal), o que você realmente precisa pra começar a atender (sem inventar exigência que não existe nessa profissão) e como conseguir cliente novo toda semana sem depender só do boca a boca. No fim, mostro como a Vidi coloca você na frente da loja, da clínica e do prestador do seu bairro que estão precisando de presença online agora, sem você pagar anúncio.
O erro clássico de quem começa é cobrar por "página" ou dar um valor redondo no escuro, sem saber o escopo. Aí o cliente pede "só mais um ajustezinho" dez vezes, o projeto que era de uma semana vira de dois meses e você recebe o mesmo. Cobre por projeto com escopo fechado e por escrito: o que entra (número de páginas, formulário, integração com WhatsApp, painel pra ele mexer, SEO básico), o que NÃO entra, quantas rodadas de ajuste estão inclusas e o prazo. Em 2026, uma landing page de conversão fica numa faixa de R$ 800 a R$ 2.500; um site institucional de 4 a 6 páginas, de R$ 2.000 a R$ 6.000; uma loja virtual simples (Shopify, WooCommerce ou similar), de R$ 3.500 a R$ 12.000 dependendo de catálogo, frete e meios de pagamento.
Se preferir cobrar por hora — bom pra ajustes avulsos e projetos sem escopo fechado — comece em R$ 60 a R$ 150/h e suba com reputação e portfólio. Mas o segredo financeiro de quem cria site não é o projeto avulso: é a receita recorrente. Hospedagem gerenciada, domínio, certificado de segurança, backup e pequenos ajustes mensais viram um contrato fixo de R$ 80 a R$ 400/mês por cliente. Dez clientes nesse plano já são R$ 800 a R$ 4.000 caindo todo mês sem você correr atrás, e o projeto novo vira lucro por cima. É isso que transforma freela instável em renda previsível.
Pra chegar no seu número: nunca embuta custo de terceiro no seu serviço sem deixar claro. Domínio, hospedagem, tema premium, banco de imagens e plugin pago são linhas separadas no orçamento — ou o cliente paga direto, ou você repassa com uma margem combinada. Misturar tudo num preço só gera desconfiança ("por que tão caro?") e prejuízo quando a renovação anual sobe. E cobre 50% de entrada antes de começar: protege você do cliente que some no meio e mostra que é trabalho profissional, não favor.
A boa notícia: criar site não é profissão regulamentada. Não existe conselho, registro obrigatório nem diploma exigido por lei pra você desenvolver, hospedar e dar manutenção em site — é profissão livre. Quem te contrata olha o seu portfólio e se o site dá resultado, não carteirinha. Faculdade de sistemas, curso de front-end ou certificação ajudam a cobrar mais e fechar projeto maior, mas nada disso é obrigatório pra começar a atender o comércio e o profissional do seu bairro hoje. Um bom domínio das ferramentas que você usa (seja código do zero ou um construtor como WordPress, Webflow, Wix ou Shopify) já basta pra entregar com qualidade.
O que pesa de verdade é portfólio e organização. Antes do primeiro cliente pagante, faça dois ou três sites de demonstração de nichos que você quer atender (uma pizzaria, uma clínica, um salão) — serve de prova viva do que você entrega e mata a objeção do "deixa eu ver um trabalho seu". Tenha um contrato simples (escopo, prazo, valor, rodadas de ajuste, e que conteúdo — texto e foto — é responsabilidade do cliente entregar) e deixe combinado quem é o dono do domínio e da hospedagem desde o início: muita briga nasce de cliente que descobre, anos depois, que não tem acesso ao próprio site.
Pra emitir nota e fechar com empresa — que é onde está o projeto bom e o contrato mensal — formalize como MEI: existe CNAE de desenvolvimento e hospedagem de sites e de serviços de programação, te dá CNPJ por uma taxa mensal baixa e abre porta pra atender quem exige nota fiscal. Kit pra começar enxuto: um computador que rode bem, sua conta nas ferramentas que você usa, acesso a um provedor de hospedagem confiável, um repositório pra versionar o que você faz e contas de teste pros meios de pagamento das lojas. Não precisa de escritório nem de estrutura cara — você trabalha de casa e cresce conforme a carteira aumenta.
Indicação é ótima, mas é imprevisível: você não controla quando o vizinho vai decidir que precisa de site. O que dá previsibilidade é estar visível exatamente pra quem precisa de presença online agora e dar prova de que entrega. Comece transformando cada projeto em recorrência: ao entregar o site, ofereça o plano de manutenção e hospedagem mensal e deixe seu contato salvo como "quem faz e cuida do seu site". Um cliente bem atendido indica outros, e a manutenção mensal sustenta o seu mês enquanto você fecha o próximo projeto.
Foque no comércio e nos profissionais da sua região que ainda dependem só do Instagram ou de um Google desatualizado: restaurante, clínica, salão, advogado, contador, loja, prestador de serviço. Quase todos sabem que estão perdendo cliente por não ter onde ser encontrado, mas acham que site é caro e complicado. Você desfaz isso oferecendo algo concreto e barato de entrada — uma landing page com WhatsApp e botão de localização que faz o telefone tocar — e depois sobe pro site completo e pra loja. Mostre número: "seu cliente te procura no Google e não te acha; com uma página simples ele te encontra e te chama direto no WhatsApp". Argumento de resultado fecha melhor que argumento de tecnologia.
Pra clientes novos, o que mais muda o jogo é ser encontrado por geografia. Quem digita "criação de site no bairro", "fazer site perto de mim" ou "site pra pequena empresa" deveria cair em você, não num freela genérico de outra cidade que entrega modelo pronto e some no suporte. Reduza o atrito: tenha um catálogo com seus pacotes e preços visíveis (landing page, site institucional, loja, plano mensal), portfólio dos seus trabalhos e avaliação de quem você já atendeu, e um jeito de o cliente te chamar e fechar na hora — porque o comerciante que decidiu que quer site não quer orçamento que demora três dias, quer alguém perto que comece logo.
A Vidi é comércio dentro do WhatsApp: você cadastra seus serviços de criação de site tirando foto do seu portfólio e falando o preço, e passa a aparecer pra quem está no seu próprio bairro precisando de presença online agora — a loja sem site, a clínica que só tem Instagram, o prestador que perde cliente por não ser achado no Google. Sem pagar anúncio, sem disputar atenção com plataforma de freela de outro país. É a sua vitrine ligada exatamente onde o comércio da sua região decide investir.
Quando o cliente fecha, ele paga por PIX na hora e o dinheiro fica retido com segurança até a etapa ser entregue e confirmada — acabou o calote de quem aprova o projeto, recebe o site no ar e some na hora de pagar o restante. E o contato fica protegido: o cliente fala com você pela Vidi, sem você precisar entregar seu número pessoal pra todo mundo que pediu orçamento. A carteira de clientes é sua. Sem mensalidade: a Vidi cobra uma taxa única de 5,99% no lançamento (depois 9,99%), só quando você recebe.
Pronto pra começar a vender?
A Vidi é comércio social dentro do WhatsApp. Cadastro por foto, cliente do bairro te acha, PIX na hora.
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