Como conseguir clientes de designer gráfico
Tem designer com portfólio lindo e o fim do mês apertado, e tem designer mediano que vive com a agenda cheia. A diferença raramente está no traço: está em saber cobrar pelo valor que o design gera, montar uma vitrine que fecha cliente sozinha e aparecer pra quem está procurando arte agora. Talento abre a porta; previsibilidade de cliente paga as contas.
Este guia mostra como precificar sem se vender barato, montar um portfólio que converte e ter um fluxo constante de clientes de design — inclusive os comércios do seu bairro que precisam de logo, panfleto e arte de rede social toda semana.
Quanto cobrar: por projeto, não por hora de Photoshop
O erro mais comum é cobrar por 'hora de software'. O cliente não paga pelo tempo que você passou no programa — paga pelo resultado: uma logo que dá identidade, um panfleto que enche a loja, uma arte que vende. Cobre por projeto ou por pacote, com escopo claro (quantas peças, quantas revisões, prazo). Isso protege você do retrabalho infinito e deixa o preço previsível pro cliente.
Tenha uma tabela base: logo simples, identidade visual completa, kit de social media mensal, panfleto, cardápio. Pacotes recorrentes (ex: 12 artes por mês pra uma loja) valem ouro, porque viram renda fixa em vez de projeto avulso. E defina antes quantas revisões estão inclusas — alteração extra é serviço extra.